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Alergia à Proteína do Leite de Vaca e Intolerância à Lactose.

A importância do diagnóstico correto.

Por: Dra. Gabriela Dourado

CRM-GO: 14.840

A alergia alimentar é uma doença com grande aumento da incidência nos dias atuais. Primeiramente temos que levar em consideração a nomenclatura das duas patologias, lembrando que não existe o termo “alergia à lactose, muito utilizado, sendo que os termos corretos são: Alergia à proteína do leite de vaca (APLV) e Intolerância à Lactose (IL).

APLV trata-se de uma desordem do sistema imunológico que faz com que aquelas proteínas do leite ingeridas provoquem uma reação nas células gerando manifestações alérgicas com liberação de moléculas de inflamação levando a sintomas, tanto na pele, gastrintestinais e até respiratórios.

A faixa etária mais comum para o desenvolvimento da doença são os bebês, que passam a “estranhar” aquela proteína. Em cada fase da vida existem as características de alguns sintomas. Como em bebês muito pequenos, geralmente as principais queixas são relacionadas à dor, cólicas, diarreia, dificuldade de ganho de peso e até sangue nas fezes. Em crianças maiores podem ocorrer desde sintomas intestinais até placas de urticária pelo corpo, dermatite atópica. Alguns podem desenvolver também sintomas respiratórios mas esses são  mais raros.

A intolerância à lactose é uma desordem gastrointestinal que acomete geralmente adultos, mas que também vem aumentando sua incidência na faixa etária pediátrica. Seu mecanismo principal é diminuição da produção da enzima que ajuda na digestão da lactose no organismo, a conhecida lactase. Quando ocorre essa deficiência da enzima lactase, assim que o leite passa pelo intestino e não ocorre essa digestão começa um processo de fermentação que gera todos os sintomas, como dor, distensão abdominal, diarreia e gazes.

A importância do diagnóstico correto muda todo o seguimento e tratamento pois no primeiro caso, quando existe uma verdadeira alergia à proteína do leite de vaca é necessária uma exclusão completa de todo o leite e derivados da dieta do indivíduo, no segundo caso o organismo tolera bem o leite e derivados sem lactose. O acompanhamento médico e nutricional é de extrema importância, pois evita que os pacientes façam dieta restritiva sem necessidade ou naqueles casos em que realmente existe o benefício da exclusão que esta seja feita com cautela e substituições necessárias para não haver prejuízo nutricional.

Rinite Alérgica

e suas Complicações

Por: Dra. Gabriela Dourado

CRM-GO: 14.840

Doença alérgica mais comum, caracterizada por reação do sistema imunológico à diversas partículas inaladas do nosso meio. Os principais sintomas são: obstrução nasal, coceira no nariz e nos olhos, coriza, espirros e dificuldade de respirar pelo nariz.


Várias substâncias presentes no meio ambiente causam alergias sendo que as mais frequentes são poeiras, pêlos de animais, ácaros, produtos químicos e cheiros fortes.  Pessoas com histórico de asma, dermatite e conjuntivite alérgica possuem maior risco para rinite alérgica.
Uma das maiores complicações da rinite persistente é a má qualidade de vida e do sono, pois os sintomas diários geram inflamação e obstrução nasal constante. Em crianças a respiração pela boca pode levar em necessidade de correção da arcada dentária com uso de aparelhos e até mesmo procedimentos cirúrgicos.


Geralmente, no inverno, as crises de alergia se tornam mais frequentes, uma de suas complicações é a Sinusite, na qual os sintomas se intensificam e podem surgir dores de cabeça, febre, secreção nasal amarelada sendo necessário o uso de antibióticos para o tratamento.
O tratamento da Rinite e prevenção das complicações deve começar pela higiene ambiental, pequenas mudanças em casa contribuem muito, como a retirada de tapetes, cortinas, bichos de pelúcia. Mantendo sempre os ambientes bem arejados e com iluminação solar.


O tratamento medicamentoso é feito com base nos anti-histamínicos (antialérgicos) e corticoides nasais. A imunoterapia específica, mais conhecida como vacinas antialérgicas, é indicada em casos em que não há remissão da doença somente com medicação ou naqueles casos em que os pacientes fazem uso frequente de antialérgico sem melhora dos sintomas, o objetivo desse tratamento é fazer com que o organismo se torne menos reativo às substancias que normalmente causam alergia, gerando uma melhor qualidade de vida e prevenindo as complicações da rinite alérgica.
 

Principais causas

de alergias na pele

Por: Dra. Gabriela Dourado

CRM-GO: 14.840

Alergia na pele é uma das queixas mais frequentes no consultório do médico alergista, as principais reações são: Urticária, Angioedema, Dermatite de Contato, Dermatite Atópica e Picada de Insetos.


Urticária é uma lesão avermelhada que surge em placas e relevo, não são fixas e provocam intensa coceira, podendo ser desencadeada por diversos mecanismos como reação a medicamentos, picada de insetos, alimentos, corantes e conservantes, infecções entre outros. Muitas vezes é difícil estabelecer a causa, necessitando de uma boa história clínica.


O angioedema possui a mesma origem da urticária, no entanto está associado à forma mais grave de reações, pois acomete as camadas mais profundas da pele e mucosas levando a inchaço nos lábios, língua, olhos e vias respiratórias. Pode vir associado à reação grave que pode levar ao choque anafilático. Qualquer pessoa com quadro de urticária associado ao angioedema deve procurar um atendimento médico de urgência.


Dermatite de contato é uma alteração da pele que promove vermelhidão, vesículas, coceiras e descamação, geralmente relacionados com contato direto por diversas substâncias como bijuterias, produtos químicos, cosméticos, produtos de limpeza, tinturas e outros. As mãos são geralmente mais afetadas pelo contato com esses diversos tipos de agentes.


Dermatite atópica é muito comum nas crianças, surge normalmente em regiões de dobras como pescoço, parte de trás dos joelhos, dobras dos braços. Uma das características mais importantes é o aspecto da pele sempre ressecada, além da coceira intensa nas regiões mais afetadas. Como é uma doença crônica com fases de melhora e piora a pele se transforma num aspecto escamoso, espessa com regiões mais escurecidas.


A picada de inseto é um tipo muito comum de alergia sendo na maioria das vezes a reação é pequena e localizada.  No entanto quanto mais sensível a pessoa mais intensa será a reação alérgica desenvolvendo lesões avermelhadas e pruriginosas mesmo após uma única picada, como se tivesse sido atacada por diversos mosquitos, em alguns casos essas lesões podem durar mais de 30 dias.


Existem diversos tratamentos para cada tipo de alergia e cada tipo de pele o consenso geral é sempre usar produtos hipoalergênicos próprios para cada tipo de pele. Tratamentos com antialérgicos para casos como urticárias e dermatites, mas também existem imunoterapias específicas (vacinas) para alergias como as de picada de insetos, a fim de se evitar reações graves.
 

Medidas para eliminarem fatores que causam alergias no ambiente.

Por: Dra. Gabriela Dourado

CRM-GO: 14.840

1. Capas de colchões e travesseiros:
Recomenda-se a utilização de capas antialérgicas para: colchões, almofadas e travesseiros. Forrar travesseiros e colchões com capas impermeáveis aos ácaros. A cada 3 semanas as capas devem ser lavadas.


2. Cuidados com o chão:
Retirar todos os tapetes e carpetes, principalmente do quarto de dormir.
Limpar os ambientes semanalmente com pano úmido.


3. Redução de poeira:
Tirar objetos que facilitem o acumulo de poeira, tais como: livros, revistas, brinquedos em excesso, principalmente no quarto de dormir.


4. Infestações:
Manter a casa livre de infestações por animais tais como baratas e ratos. A sua eliminação é fundamental, fazer dedetização periódica.


5. Fumo:
Evite fumar perto de crianças.


6. Focar a atenção no ambiente onde o paciente passa a maior parte do tempo, na maioria das vezes é no quarto de dormir.


7. Trocar periodicamente os travesseiros.


8. Eliminar os bichos de pelúcia ou manter apenas um ou dois preferenciais e que sejam laváveis em água quente.


9. Lavar a roupa de cama semanalmente.
Não usar amaciantes e nem produtos que facilitam passar as roupas.


10. Eliminar o mofo de casa.


11. Manter animais domésticos fora do quarto de dormir.


12. Manter armários de roupas fechados.


13. Não guardar objetos de baixo da cama.


14. Arejar bem o ambiente, o quarto deve ser bem arejado e ensolarado.


15. Evitar o uso de cortinas, preferir persianas.
No caso de precisar manter as cortinas, essas devem ser leves e lavadas frequentemente.


16. Retirar plantas do dormitório


17. Fazer a limpeza diária usando pano úmido.


18. Pelo menos uma vez por mês retirar o colchão e limpar o estrado da cama.


19. Retirar as roupas que ficam guardadas por muito tempo e lava-las e colocá-las ao sol antes de usar.


20. Evitar levantar muito pó, não usar vassouras, nem aspiradores.


21. Evitar cobertor, preferir edredons e sempre que possível expor ao sol.


Se for usar cobertor esse deve ser forrado ou lavado com água quente a cada 2 semanas. Caso durmam outras pessoas no mesmo quarto, proceder do mesmo modo.


22. Usar agasalhos de malha, couro ou náilon, evitar usar roupas de La ou com pelos.


23. Evitar contato direto com desinfetantes, inseticidas e outros cheiros fortes como perfumes, talcos, tintas e ceras, poluentes, temperaturas frias e ar condicionado.

Tosse: Um sintoma não silêncioso

Por: Dra. Gabriela Dourado

CRM-GO: 14.840

A tosse é um sintoma muito comum e o que mais ouvimos nas emergências e consultórios é Dr. preciso de um xarope para a tosse, no entanto o que poucos sabem é que não existe essa medicação milagrosa. É um sintoma de reflexo do organismo, mostrando que algo não está bem e na tentativa de expelir o agente causador produzimos esse som que incomoda a todos.
Então como fazemos para tratar a tosse?

Precisamos entender qual a doença que está gerando esse sintoma para podermos fazer um tratamento específico e eficaz. Na criança a tosse é a segunda maior queixa na emergência (febre está em primeiro lugar) e pode ser causada por várias doenças por exemplo:


1 - Asma: muitas vezes pensamos na asma como a criança com falta de ar, mas algumas vezes o único sintoma é a tosse, que piora quando a criança faz atividade física, piora na madrugada, piora com exposição ao frio.


2 - Rinossinusite: tosse do gotejamento pós nasal, com sintomas durante o dia e piora noturna, sendo aquela criança sempre com congestão nasal associada.


3 - Refluxo: tosse que piora quando deita.


4 - Resfriados: tosse mais secretiva, que vem acompanhada de outros sintomas.


5 - Coqueluche: é a chamada tosse comprida principalmente em bebês que deve ser tratada rapidamente.


6 - Laringite é a famosa tosse de cachorro.


7 - Infecções como: Tuberculose, Pneumonias, Sinusites


Essas são somente algumas das inúmeras doenças que podem causar esse sintoma tão comum e cada uma delas possui o seu tratamento específico.


Ás vezes essa missão do diagnóstico não é tão facial e necessita da intervenção de um especialista principalmente quando a queixa já está crônica. Geralmente vemos sacolas de medicamentos na tentativa de cessar esse grande incômodo e ouvimos sempre as mães dizerem “essa criança tosse toda noite, tosse até vomitar, melhora um período e piora novamente, não aguento mais ver meu filho tossir”.


Sabemos que a maioria das causas são preveníveis seja ela por alergia respiratória, refluxo, infecções entre outras, portanto, o mais importante é a investigação para não apenas amenizar o sintoma e sim tratar de vez o problema.
 

Cuidados com a pele

Por: Dra. Gabriela Dourado

CRM-GO: 14.840

Fatores agravantes para a pele:


• Produtos químicos, detergentes, alvejantes, sabões, amaciantes, roupas sintéticas, sabonetes, etiquetas de roupas, cloro de piscinas, fumaça de cigarro, poluentes


• Ácaros do meio ambiente provocam piora das lesões, e aumentam a coceira


• O frio ou o calor podem piorar ou desencadear as crises


• O suor é um importante fator de irritação da pele


Medidas gerais para evitar ou minimizar reações alérgicas


• Usar sabão neutro de glicerina


• Evitar sabão em pó, amaciante ou alvejante


• Roupas novas devem ser lavadas previamente ao uso


• Roupas em contato com a pele sejam de algodão a 100%


• Utilizar sabonetes e xampus de preferência sem fragrâncias ou corantes


Orientações para o Banho


• Use o mínimo de sabonete possível, passe somente nas partes íntimas


• Use sabonete que seja hidratante e hipoalergênico


• Evitar esfregar a pele com bucha


• Banhos rápidos e mornos


• Evitar contato prolongado com água


• Exemplos de Sabonetes: Sabonete Dove Baby Pele Sensível, Cetaphil Restauraderm, Cetrilan

Hidratação para a Pele


• A hidratação deve ser feita imediatamente após o banho (nos três primeiros minutos)


• Os hidratantes são a base do tratamento da Dermatite Atópica pois recupera a barreira da pele e mantém sua integridade, melhorando assim a coceira e reduzindo o risco de infecções


• A função principal da hidratação da pele é impedir que haja perda da umidade natural da pele


• Exemplos de Hidratantes: Linha Umiditá Loção, Linha Epidrat, Neutrogena Intensive Body Care, Cetaphil.


Uso de imunomoduladores


• Pomada Tarfic 0,03% ( criança ) e Pomada Tarfic 0,1 % (adulto): Indicada para o controle das crises e como manutenção em caso de dermatite persistente, podem ser usadas em qualquer área do corpo com boa segurança, podem ser usadas a longo prazo.


Pomadas de corticoide


• Somente em caso de crise e quando existe lesões ativas (vermelhas, descamativas e com coceira). Devem ser aplicados duas vezes ao dia e suspenso com a melhora dos sintomas. Não devem ser usados nas manchas brancas residuais. O uso desta medicação NÃO exclui o uso do hidratante;
 

Imunoterapia com alérgenos

Por: Dra. Gabriela Dourado

CRM-GO: 14.840

Também conhecida como vacinas para alergia é um tratamento já utilizado há mais de 50 anos com objetivo de diminuir a sensibilidade das pessoas alérgicas a alguns tipos de substâncias.
A imunoterapia com alérgenos é um tratamento para alergias respiratórias (como Rinite Alérgica e Asma), alergias cutâneas como a Dermatite Atópica  e para Alergia à Picada de Insetos , e em outras doenças de hipersensibilidade mediadas por IgE.


Utilizado em todo o mundo, consiste na injeção ou sublingual de doses crescentes de um alérgeno (agente causador da alergia) com a finalidade de   aumentar a “resistência” ou criar uma tolerância no indivíduo a este alérgeno específico.


Procura reduzir o grau de sensibilização (nível de anticorpos IgE e da reação nos tecidos) impedindo reações alérgicas imediatas graves - como a anafilaxia - e, também, interferir na inflamação característica das condições alérgicas de longa evolução observadas na rinite alérgica, na asma brônquica e na dermatite atópica.


É um procedimento muito eficaz contra alergias ambientais como poeiras, ácaros, pêlos de animais, e reações á picadas de insetos.
O tratamento tem duração de 1 a 3 anos na qual faz a indução de uma resposta imune ao organismo o tornando mais resistente aos alérgenos sendo necessário o acompanhamento com o médico especialista.


A indicação da imunoterapia com extrato alergênico está baseada na história do paciente e confirmada nos testes cutâneos ou no teste sanguíneo (RAST).
Os efeitos colaterais da imunoterapia são considerados raros, alguns pacientes podem apresentar queimação, coceira ou inchaço no local da aplicação. Sintomas gerais ocorrem em 0,1 % de todos os tratamentos e podem aparecer como: placas avermelhadas (urticária) disseminadas, coceira nos olhos, ouvidos e garganta, congestão nasal, aperto na garganta ou no peito, tosse, chiado, falta de ar, tontura, náusea e vômitos. Muito raramente podem ocorrer reações graves (anafilaxia). Na grande maioria das vezes as reações cedem com o uso de medicamentos adequados.


Existem contra-indicações à Imunoterapia? Pacientes com asma não controlada ou em crise de asma não devem receber aplicação de imunoterapia.
A imunoterapia é contra-indicada em pacientes com doença coronariana, em pessoas que usem determinado grupo de anti-hipertensivo (betabloqueadores) ou que sofram de outras doenças do sistema imunológico, tais como imunodeficiências e doenças autoimunes.

Importância da vacinação

para prevenção das doenças respiratórias infecciosas

Por: Dra. Gabriela Dourado

CRM-GO: 14.840

As infecções das vias aéreas são responsáveis por elevadas taxas de mortalidade em todo mundo, principalmente em crianças e idosos. Sinusites, otites, pneumonias, coqueluche e gripes são infecções do sistema respiratório causadas, em sua maioria, por vírus e bactérias e em alguns casos estão presentes ao mesmo tempo.


A sinusite e a otite média aguda (infecção de ouvido) são formas muito frequentes de infecções bacterianas do trato respiratório com sintomas como coriza, congestão nasal, febre, dor de cabeça e dor de ouvido. Sendo causa comum de uso de antibióticos e consultas médicas ambulatoriais.


A pneumonia bacteriana é a forma clínica mais grave, responsável por internações e com grande consequência em mortalidade, principalmente infantil.
A gripe é a infecção respiratória mais frequente estando relacionada ao vírus, geralmente com sintomas brandos, mas também apresentam riscos elevados, dependendo do paciente.
A coqueluche é uma forma grave de infecção respiratória principalmente em bebês ainda não vacinados é conhecida como tosse de cachorro e pode causar asfixia.


Sabe-se que pacientes idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas como asma, enfisema, alergia respiratória no geral apresentam maior risco de desenvolver doenças infecciosas.


Os principais vírus relacionados a essas infecções são Influenza e Vírus Sincicial Respiratório.  As bactérias principais relacionas às infecções respiratórias recorrentes são o pneumococo, Haemophilus Influenzae e Bordetela Pertussis.
As principais vacinas para a prevenção das infecções respiratórias são: Vacina Influenza, Vacina Pneumo 13, Vacina Pneumo 23, Vacina Haemófilus e Vacina DTPa (Difteria, Tétano e Coqueluche)